Disponível para vagas e projetos

Product Manager que entrega em produção

Doze anos somando camadas: front-end, UX, produto, gestão, dados e automação. Hoje conduzo o produto do discovery à entrega, e entrego o sistema inteiro, do problema que ninguém tinha formulado até o que está rodando.

Trabalhei com

  • John Deere
  • Volvo
  • SEBRAE
  • Bittar Neurociência

A trajetória, 12 anos, e ela fecha um círculo

  1. 01 Front-end Agência própria, 200 clientes. Desenhava e programava.
  2. 02 UX/UI Design Autônomo, com projetos para John Deere, Volvo e SEBRAE.
  3. 03 Produto, gestão, dados e automação O caminho inteiro, da necessidade até o que está no ar.

01 Sobre mim

Comecei construindo. Voltei a construir.

Comecei como desenvolvedor front-end, há doze anos. No primeiro emprego, recém-saído do ensino médio, desenhar as telas antes de construir era um adicional do plano mais caro, e não o padrão da casa. Foi ali que eu comecei a fazer UX sem saber que aquilo tinha nome. Aos vinte anos abri uma agência com uma sócia, que chegou a mais de duzentos clientes ativos e cinco pessoas no time, e onde eu desenhava e programava as entregas.

Doze anos somando camadas: pesquisa, interface, sistema, time, dados, automação. Construir foi a última a voltar, e agora o caminho inteiro começa pela necessidade, não pela solução.

No meio desse caminho eu passei anos especificando o que outras pessoas construíam. Trabalhando por conta própria, entregava o projeto e terceirizava a produção, ou deixava a decisão com o cliente. Foi o período em que fiz projetos para empresas como John Deere, Volvo e SEBRAE.

Nos últimos cinco anos o movimento foi o mesmo de sempre, só que mais rápido. Comecei desenhando telas e entregando handoff para os desenvolvedores. Depois criei o design system que a empresa não tinha. Virei responsável pelo design das três empresas do grupo, com um time de sete pessoas e reportando direto à presidência. E, na última fase, passei a construir eu mesmo o que antes eu especificava.

No fundo, boa parte desse trabalho foi sempre a mesma coisa em escalas diferentes: descobrir onde uma informação nasce e garantir que ela chegue inteira onde precisa ser usada. Cheguei a mapear os processos de todos os setores de uma empresa, não pelo que acontece dentro de cada área, mas pelo que acontece nas fronteiras entre elas, onde uma atividade sai de uma e precisa chegar em outra. É assim que eu penso automação: gatilho, ação e resultado. De onde vem, o que acontece no meio, para onde vai. E é o mesmo desenho de um fluxo de usuário ou de uma integração entre dois sistemas que nunca se falaram. Muda a escala, não o raciocínio.

O que mudou nos últimos anos não foi o diagnóstico. Foi o que vem depois dele. Sair de “entendi o problema” para “está no ar” exigia montar uma frente para cada camada: back-end, front-end, QA, infraestrutura. Cada especialista com sua agenda, e o problema esperando no meio disso. Hoje eu atravesso essas camadas sozinho, e não é território novo para mim: é o lado de onde eu vim.

Não é que a equipe deixou de importar. Em escala, importa muito. O que deixou de existir é a barreira de entrada: uma empresa não precisa mais gastar meses e meia dúzia de pessoas em cima de um problema só para descobrir se a solução era a certa.

Mesmo quando o trabalho era investigar dado bruto na origem, eu tratava aquilo como UX. Antes de qualquer coisa, eu precisava entender tudo sobre o usuário: como o sistema funcionava, como pensava quem era dono do processo, e o que essa pessoa queria ver no fim. E eu nunca trazia um número antes de validá-lo com quem era responsável por ele. Minha palavra nunca era a última.

  1. 2013

    Primeiro emprego, web designer

    Sites institucionais a partir de templates, recém-saído do ensino médio.

  2. O fio

    Desenhar antes de construir era um item do plano mais caro. Foi ali que começou, e eu ainda não sabia que aquilo tinha nome.

  3. 2014

    Agência própria

    Sócio de 50%, com mais de 200 clientes ativos e um time de cinco pessoas. Desenhava e programava as entregas: HTML, CSS e JavaScript. Todo projeto começava pelo entendimento da marca do cliente.

  4. 2018

    UX/UI Designer, por conta própria

    Projetos para John Deere, Volvo e SEBRAE, e identidade visual para marcas da região de Campinas.

  5. 2021

    Bittar Neurociência

    Cinco anos, quatro fases, cada uma ampliando o escopo da anterior.

    • 01 Design, telas, soluções e handoff para os desenvolvedores
    • 02 Sistematização, design system onde não existia nenhum
    • 03 Gestão, time de sete pessoas e o design das três empresas do grupo
    • 04 Produto, dados e automação, construindo o que antes eu especificava
  6. 2022 a 2024

    Formação

    Especialização com as principais referências do país, feita ao longo dos anos na Bittar. O MBA foi concluído já com o time sob a minha gestão.

    • UI Boost Gilberto Prado, 2022
    • UX Unicórnio Leandro Rezende, 2023
    • MBA UX Design, Operações de Pesquisa e Liderança em Design. UniFAST, curso de extensão universitária em parceria com a Toronto School of Management, 2024
  7. Hoje

    Disponível para vagas e projetos

    Desenho e entrego sistemas inteiros, do problema à produção.

02 O que faço

Duas frentes que quase nunca vêm juntas.

Desenhar e entregar costumam ser trabalho de duas pessoas diferentes. Eu faço as duas coisas, e é justamente aí que o tempo entre entender e resolver encurta.

Design de produto

Descobrir e desenhar

01

Pesquisa e diagnóstico

Entender o processo como ele realmente acontece, conversando com quem executa, e não só com quem descreve. Costuma ser aqui que aparece o problema que ninguém tinha formulado.

02

UX/UI e fluxos

Do fluxo à interface final. Produto novo, ou redesenho de um sistema que cresceu sem plano e ficou difícil de usar.

03

Design system

Criar do zero ou organizar o que já existe: tokens, componentes, documentação e, principalmente, a adoção pelo time, que é a parte que costuma falhar.

Sistemas e operação

Entregar funcionando

04

Mapeamento de processos

Entender como o trabalho realmente acontece em cada setor e, principalmente, o que acontece nas fronteiras: onde uma atividade sai de uma área e precisa chegar em outra. É nas fronteiras que mora quase todo o retrabalho.

05

Automação e IA aplicada

Com o processo mapeado, automatizar o que se repete e levar IA para dentro da rotina das áreas, resolvendo a tarefa que hoje ocupa alguém toda semana, não como demonstração de tecnologia.

06

Sistemas internos sob medida

A ferramenta que substitui a planilha, a corrente de e-mail e o processo que só existia na cabeça de alguém. Desenhada, construída e entregue no ar.

07

Integração e camada de dados

Fazer sistemas que não se falam conversarem, e deixar o dado consistente o suficiente para alguém tomar decisão em cima dele.

Trabalho como PJ, CLT ou projeto fechado, presencial em Uberlândia ou remoto.

03 Como faço

Muda a escala, não o raciocínio.

Toda vez que precisei resolver alguma coisa, uma tela, um processo, uma base de dados, a pergunta foi a mesma: de onde isso vem, o que acontece no meio, e onde precisa chegar.

  1. 01

    Gatilho

    De onde vem?

    Onde a informação nasce, e o que faz o processo começar. É a parte que mais se pula, e quase todo erro que aparece lá na frente nasceu de um gatilho mal entendido.

  2. 02

    Ação

    O que acontece no meio?

    O que é feito com essa informação: a regra, o tratamento, a decisão, a tela. É onde o trabalho aparece, e onde ele é invisível se as outras duas pontas estiverem certas.

  3. 03

    Resultado

    Onde precisa chegar?

    Quem recebe, em que formato, e para tomar qual decisão. Se ninguém do outro lado muda de comportamento com aquilo, o processo não terminou. Só rodou.

A mesma anatomia, em escalas diferentes

Escala Gatilho Ação Resultado
Fluxo de usuário O que a pessoa quer fazer O caminho que ela percorre O que ela consegue no fim
Automação O evento que dispara A regra aplicada à informação Onde ela chega, e quem usa
Processo entre setores A atividade que termina numa área O caminho até a área seguinte O setor certo sabendo que chegou
Camada de dados O sistema onde o dado nasce Tratamento e validação A decisão que ele sustenta

Três coisas que não abro mão

  1. 01

    Vou até a origem

    Sempre no dado bruto, no sistema onde ele nasce, nunca no relatório que já passou por três transformações. Divergência entre duas plataformas quase sempre se resolve uma camada abaixo de onde ela aparece.

  2. 02

    Não publico sem validar

    Nenhum número circula antes de passar por quem é dono do processo. Minha palavra nunca é a última, e é por isso que, quando o número sai, ninguém precisa conferir de novo.

  3. 03

    Entrego funcionando

    Não em apresentação, não em protótipo que alguém vai ter que construir depois. Se ficou em slide, o problema continua exatamente onde estava.

04 Por que eu

Cinco motivos que não são adjetivos.

Comprometido, criativo e atento aos detalhes é o que todo mundo escreve nesta parte do site. Prefiro ir pelo que dá para verificar.

  • 12 anos de mercado
  • 20 módulos entregues em produção
  • 1 pessoa, do problema ao deploy
01

Você fala com uma pessoa só, do começo ao fim

Não existe repasse entre pesquisa, design e desenvolvimento. As três acontecem na mesma cabeça, e o que costuma se perder na tradução entre times simplesmente não precisa ser traduzido.

02

Código não é território novo para mim

Comecei a carreira como desenvolvedor front-end, e cheguei a tocar uma agência onde eu mesmo programava as entregas para mais de duzentos clientes. Quando digo que entrego funcionando, é volta ao ponto de partida, não promessa apoiada em ferramenta que apareceu ano passado.

03

Já liderei um time, então sei entrar em um

Fui responsável pelo design de três empresas de um grupo, com sete pessoas no time. Sei o que é depender do prazo de outra área, ter prioridade mudada no meio e deixar alguém esperando um handoff, e trabalho contando com isso, não reclamando disso.

04

Eu chego no número, não paro na tela

Parte do meu trabalho foi destravar provisões e compensações dentro de sistemas de RH para que a empresa conseguisse fechar uma conta que não fechava. Design que nunca encosta no número da empresa tem alcance curto.

05

Dá para começar pequeno e rápido

Não é preciso montar uma frente para cada camada antes de descobrir se a solução era a certa. Em escala, time continua sendo necessário, mas ele deixou de ser pré-requisito para começar.

05 Contato

Dois caminhos, e eles levam ao mesmo lugar.

Respondo em até um dia útil. Se for projeto, a primeira conversa serve para entender o problema e o que ele está custando hoje, e ela não custa nada.

Para vagas

Você está contratando

Currículo completo, com a trajetória e as decisões por trás de cada fase. Disponível para PJ, CLT ou projeto fechado, presencial em Uberlândia ou remoto.

Para projetos

Você tem um problema para resolver

Me conte o que atrapalha hoje e quem é afetado. Do diagnóstico ao sistema no ar, com uma pessoa só do outro lado do processo inteiro.